“Senso de localização definitivamente não é nosso forte”
Estávamos, mais uma vez, na praia do Lázaro.
Não satisfeita em ficar ali, minha mãe queria conhecer a praia Domingas Dias (uma praia particular, situada em um condomínio exatamente ao lado da praia do Lázaro).
Colocamos todas as nossas tralhas no carro e fomos para a tal praia.
Chegamos à portaria do condomínio.
O porteiro, muito gentil, começou a explicar como se chegava à praia:
“O senhor vira nessa rua, depois vira naquela, depois...”
Mas ele foi interrompido pelo meu pai, também muito gentil:
“Tá bom! Tá bom! Já entendi! Você acha que eu não sei como chegar?”
E deixou o porteiro gentil falando sozinho.
Bom, estacionamos e movemos toda a nossa tralha para as areias da Domingas Dias.
Nos sentamos à sombra, sempre comentando:
“Nossa! Olha como essa praia é muito melhor! Tem menos ondas...”
“Mais sombra...”
“A areia é fofinha...”
“Não há tantas pessoas...”
“Tem mais segurança...”
Depois desse “momento fascínio”, minha mãe, como adora caminhar na areia, convenceu meu pai, que odeia caminhar na areia, a dar uma voltinha.
Ficamos eu e minha irmã.
Passados cinco minutos, meus pais estavam de volta.
Minha mãe falando em um tom de voz suficientemente alto para todos a nossa volta escutarem:
“Meninas, vocês não vão acreditar!!!”
“O que aconteceu?”
Eu pensei em tragédias, micos, menos em...
“Nós estamos na PRAIA DO LÁZARO!”
Eu juro que não entendi na hora! Como era possível?
Fácil: devido a teimosia do meu pai, nós conseguimos rodar, rodar, rodar e parar na mesma praia.
Só que na outra ponta.
Minha mãe começou a contar que enquanto estava caminhando, notou e comentou certas familiaridades com a praia do Lázaro (a barraca de tatuagens, o bar onde nós comemos, a árvore onde nós estávamos) para o meu pai.
E ele, mesmo com todas as evidências, sempre dizendo:
“Magina! Você acha que a gente não perceberia se estivesse na mesma praia?”
Pois é, eu acho.
E eu não quero nem saber o que as pessoas a nossa volta pensaram quando viram que a gente não sabia nem onde estava.
AI AG!!!
ResponderExcluirhahahahaha rachei :P
ResponderExcluirahahhahhaha..mais uma historia bacana...na qual dou muuta risada..e elogio o dom da autora em escrever suas cronicas...
ResponderExcluirauhauahu
ResponderExcluiro federal acha que vc inventa estas historias ¬¬...rsrsrrs ai ai le, como vc eh uma filha legal neh?
expondo sua family deta maneira....=D
kkkkkkkkkkkkkkkkkk, isso me lembra a bruna que tb não tem a minima ideia de espaçooo!!!
ResponderExcluirhahahahahhaha...eu nao axo isso...
ResponderExcluiragora q eu vi oq eu puis ali..;D
hahahahahhaahha.. falto falar que eu comentei da mansão do Abíliao Diniz,que ngm deu pelota, que era igual a do lázaro e igual a da "domingas dias"
ResponderExcluirSabe, existe toda uma teoria filosófica que poderia defender seu pai.
ResponderExcluirÉ essa: ...
Hã, pensando bem, acho não existe não...
PS: tá melhorando o jeito de escrever, e tão rápido! Parabéns ;)